segunda-feira, 22 de novembro de 2010

...


Meu coração...
hoje deu de bater:
O que há com ele?
Me deixou morta por alguns intermináveis dias
E agora, volta
Sem proferir uma palavra.
Apenas volta.

Ah, coração...
Sei que está cansado, amigo!
Mas sei você aguenta um pouco mais.
Mais uma pedra atirada,
mas uma bala de prata em sua direção.

Cala-te, insano!
Aprenda a guardar sentimentos para si
e sobreviva.
Ninguém quer saber...
Niguém precisa saber.
Cala-te. E continue a funcionar.

Meu cérebro...
Hoje está em harmonia...
O que há com ele?
Me deixou insone por alguns intermináveis dias
E agora, volta
Sem proferir uma palavra.
Apenas volta.

(Sensação de dejavù...)

Ah, cérebro...
Sei que está cansado, amigo!
Mas aguenta um pouco mais.
Mais uma injúria atirada,
Mais uma calúnia em sua direção.
Cala-te, insano!
Aprenda a guardar suas idéias para si
e sobreviva!
Querem saber?
Minhas idéias agora tem preço.
Precisam saber?
Paguem-me, e terão.
Cala-te, cérebro!
Tua hora há de chegar!

(ROCIA, Eloisa)

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Abraço!
Eloisa